quinta-feira, 27 de novembro de 2008

Esses dias atrás assisti um filme que há muito eu não via. Sabe, gosto de filmes que passem uma mensagem ideológica, de musicais ou dos típicos filmes de terror com crianças assustadoras (qualquer criança num filme de terror é assustadora), e esse filme foge desse 'padrão'. Tem uma história bem comum, se passa numa escola de ensino médio, último semestre, baile da formatura chegando, uma aposta entre garotos... Mas em vez da 'mocinha' ser delicada e ficar com o cara rico, a mocinha não passa de uma 'megera' e o cara não fica por baixo, já que sua reputação não é das melhores. Não vou contar a história aqui, porque ler este tipo de história é, definitivamente, um saco. Assistir é bom, é engraçadinho ao menos. Vou apenas falar do momento em que a 'megera' assumi gostar do 'mocinho'... ela faz um poema muito interessante, ou para muitos, bobo, infantil. Que se foda, eu gosto. O filme é o conhecido "Dez coisas que eu odeio em você", e o poema está aí:

"Odeio o modo como fala comigo
E como corta o cabelo
Odeio como dirigi o meu carro
E odeio seu desmazelo
Odeio suas enormes botas de combate
E como consegue ler minha mente
Eu odeio tanto isso em você
Que até me sinto doente
Odeio como está sempre certo
E odeio quando você mente
Odeio quando me faz rir muito
Mais quando me faz chorar...
Odeio quando não está por perto
E o fato de não me ligar
Mas eu odeio principalmente
Não conseguir te odiar
Nem um pouco
Nem mesmo por um segundo
Nem mesmo só por te odiar"