Ultimamente, tenho deixado em primeiro plano os meus estudos, depois os meus estudos e por último as pessoas que ainda me acrescentam em algum aspecto, não que esse acréscimo se mostre útil.
Já valorizei muito e já fui extremamente valorizada... mas é tudo tão previsível, com um desenlace tão miserável... Já magoei e fui magoada, tornando a magoar... redundante...
No começo era sem querer. Depois por prazer. Prazer de ver o quanto eu poderia influenciar na vida alheia pelo simples fato de existir. A desculpa nunca mudou: Se eu não ferir, cedo ou tarde serei ferida.
Realmente acredito nisso.
Realmente gosto disso.
Devemos nos acostumar a ganhar e a perder. Assim como choramos quando perdemos, comemoramos uma vitória.
Mas não podemos dizer que ganhamos ou que perdemos um alguém significante. Pessoas não são propriedades, não podem ser adquiridas ou perdidas. Então não há motivos para viver em função de uma outra vida. Chegamos sozinhos e sozinhos podemos permanecer. Ímpar. Sem essa tolice de metade da laranja.
A única pessoa que pode me extasiar de orgulho ou de desgosto encontro ao olhar-me no espelho. Só depende dos meus esforços.
Estou me contradizendo?
Talvez sim.
Talvez não.
Gosto de contradições assim como infelizmente continuo gostando das pessoas. Eu diria que é um caso extremo... amor e ódio... ódio e fascínio.
Só que pessoas só me cedem momentos - bons ou ruins.
Sabe, melhor continuar estudando... pelo menos estou colhendo alguns frutos duradouros, estou buscando... construindo conhecimento! Assim espero, é claro.