
Então eu sento, levanto, pulo, choro, 'dou patadas', sorrio, SINTO.
Acordo de verdade após tomar um bom café preto sem açúcar, e nada de economia com o pó, café bom é café forte.
Gosto de críticas, elas me fortalecem, ignoro elogios, simples consequência.
Eterna admiradora das mulheres, eu disse Mulheres, as de verdade. Não falo das altas e magras, com corpo de modelo. Não falo das de cabelos negros e sedosos. Na verdade, não falo da embalagem, falo da essência. Falo das que trabalham, estudam, que procuram crescer como pessoas em vez de pensar na próxima balada ou de arranjar um marido para ser sustentada. Essas não são mulheres, são produtos. Você compra pelo que vê, come e percebe que está estragado. Falo das mulheres que sentem.
Gosto de enigmas. Não muito pelo resultado, mas pelo prazer de buscar tal resultado. Assim que consigo, busco outro mistério qualquer.
Gosto de falar o que penso, mas prefiro, muitas vezes, não confessar isso. É quase o mesmo que dizer "Eu sou uma idiota". Quem entende minhas palavras, percebe o quão explícitas são.
Gosto dos beijos que me esquentam o corpo e me gelam as mãos, dos beijos que me façam mulher. Gosto dos tapas fortes e do olhar penetrante.
Se é para sentir, tem que ser por completo.
Pela metade não serve.
Não é sentir.
Não é viver e viver é para poucos.
Viver é para os tolos.
Ahhh... almejada tolice!