O que posso falar sobre o amor, justo eu, que nada conheço?
Nem lembro mais quantas vezes disse não acreditar.
Nem sei quanto tempo já perdi pensando sempre no pior que pode acontecer.
Quantas vezes me orgulhei por facilmente conseguir me desapegar... ou, por nem me apegar a alguém...
Mais perdi do que ganhei. Mais ganhei do que senti. Senti tanto quanto vivi.
Não me arrependo. Eu não aprenderia com conselhos mesmo, mas, levando um tapa para aprender e recusar a outra face.
Há pessoas que levam a vida toda para começar a contabilizar o que perderam ou deixaram de ganhar. Tenho feito isso quase que diariamente, para que, um dia possa ser mais completo que o anterior e mesmo assim ainda conterá graves falhas. Mas, sendo humana, nada mais humano que continuar errando. E, continuar aprendendo para cometer novos erros.
Fugi por um momento do assunto que mais me intriga.
O amor.
O que seria o amor ou o que deveria ser o amor?
Deixando bem claro uma coisa, que mesmo nos meus momentos mais insanos eu continuo crendo: AMOR A PRIMEIRA VISTA NÃO EXISTE. O que eu acredito é em paixão a primeira vista. Isso eu acredito. O amor, descrito de maneira tão incorrupta, não pode florescer numa simples troca de olhares. Para o amor, deve haver confiança que só é adquirida com o tempo. Paixão não. Do mesmo modo devastador que chega, vai, cessa, morre. A paixão pode ocorrer logo que se conhece alguém. O amor não.
Contudo, a paixão pode se transformar em amor, pode realmente existir uma compatibilidade, por que não? A paixão tem prazo, o amor acreditam que não. Ou você ama ou não.
A paixão te deixa cego, não te deixa pensar ou agir conscientemente. Mas depois, você estará curado, é questão de tempo, aí, você começa tudo de novo, e assim será, até o dia que você conhecer o amor. Ou... não! Ou... pior!
O amor, deveria (meu ponto de vista, cada um encara isso da sua maneira) desenvolver o 'pensar junto'... nada de 'perder a cabeça' em nome do tão aclamado amor. Senão, não é amor. É mais um um sentimento confuso que ao ser chamado de amor, cai no clichê da banalização... Mais uma vez temos uma distorção barata que nos faz parar e divagar sobre amor, paixão, atração, não necessariamente nessa mesma ordem...
Ah... chega.
Afinal, o que posso falar sobre o amor?
Já me enganei e enganei, já banalizei e agora, cá estou, perdida, confusa, com medo, assustada!
Logo eu, meu bem... logo eu...
"...Ela falava o que achava necessário de forma direta, sem anestesia. Nunca fez questão de fingir consideração. É claro, ela diz que se trata de sinceridade, e ela não está mentindo... ela apenas omite que se diverte com o estrago que suas palavras causam..."
quinta-feira, 29 de janeiro de 2009
terça-feira, 27 de janeiro de 2009
...até diz que não, mas continua se importando.
Sinceramente, por um tempo, até achei sua vida interessante.
Muitas festas, muitos amigos, muita bebida e regras quebradas. Sim, achei interessante.
Mas o tempo passa, e com ele, antigas idéias se organizam para dar espaço para a 'nova bagunça'. O que você tem, não são amigos, são conhecidos. Apenas trocas de favores. Você é tudo aquilo que critica, a diferença é que o resultado dessas suas 'trocas' é prazer instantâneo, nada que realmente te acrescente em algo ou que tenha um fim lucrativo. O sistema é o mesmo.
Diz que não se importa, mas é da boca pra fora.
Chora como uma criança quando leva um pé na bunda e aborrece todos aqueles que conhece mostrando quem o fez de vítima no momento.
Exige respeito acima de tudo, preza pela educação, mas esquece que isso pede seu retorno. Fala dos outros quando estes nem se dão conta que você existe, critica mais que uma velha solteira.
Não são seus amigos, no fundo, sentem é pena.
Pena porque você precisa de alguém para admirá-lo e para comentar suas frases inteligentes 'carregadas de ideologia' e sua ironia decadente.
A verdade é que você caiu e ninguém está disposto a ajudá-lo, nem mesmo a parar e notá-lo. Passou tempo demais se dedicando a quem nunca se importou com você. Mas foi avisado disso.
Não ligo se meus amigos se afastam. Antes só, do que amparada pela piedade alheia. Antes invisível do que com um cartaz dizendo 'Me note'.
Não vou perder tempo procurando conhecer os amigos dos amigos. Tenho os meus. Poucos, sim. Mas sinceros. Escuto muito pela cara, e agradeço cada palavra. Se um dia, ficar só, eu saberei o que foi uma amizade e não uma rede interminável de conhecidos.
Sexo, rock e violência sempre ajudaram a construir uma determinada imagem. A receita foi lançada há muito, e você, não foi o primeiro a misturar os ingredientes.
É. Achei sua vida interessante um dia. Hoje, só desprezo.
O que eu enxerguei tão rápido você nunca perceberá, está ocupado demais pensando na sua próxima frase de efeito.
Muitas festas, muitos amigos, muita bebida e regras quebradas. Sim, achei interessante.
Mas o tempo passa, e com ele, antigas idéias se organizam para dar espaço para a 'nova bagunça'. O que você tem, não são amigos, são conhecidos. Apenas trocas de favores. Você é tudo aquilo que critica, a diferença é que o resultado dessas suas 'trocas' é prazer instantâneo, nada que realmente te acrescente em algo ou que tenha um fim lucrativo. O sistema é o mesmo.
Diz que não se importa, mas é da boca pra fora.
Chora como uma criança quando leva um pé na bunda e aborrece todos aqueles que conhece mostrando quem o fez de vítima no momento.
Exige respeito acima de tudo, preza pela educação, mas esquece que isso pede seu retorno. Fala dos outros quando estes nem se dão conta que você existe, critica mais que uma velha solteira.
Não são seus amigos, no fundo, sentem é pena.
Pena porque você precisa de alguém para admirá-lo e para comentar suas frases inteligentes 'carregadas de ideologia' e sua ironia decadente.
A verdade é que você caiu e ninguém está disposto a ajudá-lo, nem mesmo a parar e notá-lo. Passou tempo demais se dedicando a quem nunca se importou com você. Mas foi avisado disso.
Não ligo se meus amigos se afastam. Antes só, do que amparada pela piedade alheia. Antes invisível do que com um cartaz dizendo 'Me note'.
Não vou perder tempo procurando conhecer os amigos dos amigos. Tenho os meus. Poucos, sim. Mas sinceros. Escuto muito pela cara, e agradeço cada palavra. Se um dia, ficar só, eu saberei o que foi uma amizade e não uma rede interminável de conhecidos.
Sexo, rock e violência sempre ajudaram a construir uma determinada imagem. A receita foi lançada há muito, e você, não foi o primeiro a misturar os ingredientes.
É. Achei sua vida interessante um dia. Hoje, só desprezo.
O que eu enxerguei tão rápido você nunca perceberá, está ocupado demais pensando na sua próxima frase de efeito.
quinta-feira, 22 de janeiro de 2009
Assassinando a esperança.
Eu gostaria de saber o que tanto esperas de mim. Por que eu? Por que eu?
Como uma ideologia fracassada. Há os seus adeptos, mas estes, não recebem retorno algum...
Não me importo em saber como foi o seu dia e qual foi a última garota com a qual dormiu, por que insiste em se derreter em comentários para tudo me contar? O que ainda espera? Uma pessoa a mais no dia do seu velório, isso é, se eu não partir antes?
Entre bêbados, pseudo-revolucionários e rockeiros desiludidos nos encontramos pela primeira vez. Não poderia haver um final feliz para nós, poderia?
Como humana, tenho todos os defeitos. Posso amar, odiar, desprezar, trair, corromper ou ser corrompida, iludir, cobiçar, mentir, sentir tudo isso junto ou uma coisa de cada vez, não necessariamente nessa mesma ordem.
Posso ainda dizer que nunca trai em atos, mas, e em pensamentos? Sabe se sempre os habitou enquanto comigo esteve?
O que ainda te atrai se, faço até questão de assumir o quão podre posso ser?
Posso olhar no fundo dos seus olhos e proporcionar-lhe o melhor dos momentos pelo simples prazer de em seguida destruí-lo com a mesma facilidade. Posso, mas não o faço. Exatamente para não criar nenhum tipo de falsa esperança. Sinal, que ainda resta algo de bom em mim. Mas acredite, pode não ser por muito tempo. Sabes, que no meu caso, a tendência é piorar.
Já notou quantas vezes uso da ironia com você? Não. Só nota a ironia que eu quero que note. Como num jogo sabe.
Pulo deste pedestal de ilusões no qual você insiste me colocar sem me importar aonde posso cair. O que interessa é fugir.
Estou caminhando. Sempre para frente. Se você, minha criança, estagnou, não é problema meu. Não vou fazer companhia, compreende? Também não admito que me coloque como responsável da sua infelicidade. Até porque, alguém que assim como eu acredita que felicidade é uma utopia, consequentemente não pode se julgar infeliz, seria o outro lado de uma moeda que na prática não existe. Não caia em contradições por bobagens!
Os poetas acreditavam que de amor morreriam, assim como seus companheiros de 'profissão', mas nunca passou de tuberculose. Eis o amor que matava os poetas, tuberculose! Fique alegre, meu bem, não se morre mais disso, há tratamento. E de amor, nunca houve registro de alguém que tenha morrido por esta causa. Talvez amor pela pátria, por um ideal, ou uma descoberta. Apenas.
Acho bonito quem tenta, por uma segunda vez, conquistar uma pessoa querida que muito lhe acrescenta... mas quando esta, ainda se apresenta recuperável e não após deixar bem claro o que pensa a seu respeito e que não, que não o quer mais. Aí... olhe só, aí é pedir para ser tratado como um tapete.
Falta de amor-próprio é muito deprimente.
Serve apenas para provar que o que sente não é amor, mas uma doença.
Quem ama de verdade não se humilha. Não se coloca numa bandeja esperando ser aceito. Não tenta chamar a atenção com confissões adolescentes acreditando que ainda afeta o vírus responsável pelo que tem.
Quem ama de verdade, segue em frente, sozinho, até achar quem realmente o complete e torcendo pela felicidade de quem um dia tanto estimou.
Por isso, mais uma vez pergunto: O que esperas de mim?
Como uma ideologia fracassada. Há os seus adeptos, mas estes, não recebem retorno algum...
Não me importo em saber como foi o seu dia e qual foi a última garota com a qual dormiu, por que insiste em se derreter em comentários para tudo me contar? O que ainda espera? Uma pessoa a mais no dia do seu velório, isso é, se eu não partir antes?
Entre bêbados, pseudo-revolucionários e rockeiros desiludidos nos encontramos pela primeira vez. Não poderia haver um final feliz para nós, poderia?
Como humana, tenho todos os defeitos. Posso amar, odiar, desprezar, trair, corromper ou ser corrompida, iludir, cobiçar, mentir, sentir tudo isso junto ou uma coisa de cada vez, não necessariamente nessa mesma ordem.
Posso ainda dizer que nunca trai em atos, mas, e em pensamentos? Sabe se sempre os habitou enquanto comigo esteve?
O que ainda te atrai se, faço até questão de assumir o quão podre posso ser?
Posso olhar no fundo dos seus olhos e proporcionar-lhe o melhor dos momentos pelo simples prazer de em seguida destruí-lo com a mesma facilidade. Posso, mas não o faço. Exatamente para não criar nenhum tipo de falsa esperança. Sinal, que ainda resta algo de bom em mim. Mas acredite, pode não ser por muito tempo. Sabes, que no meu caso, a tendência é piorar.
Já notou quantas vezes uso da ironia com você? Não. Só nota a ironia que eu quero que note. Como num jogo sabe.
Pulo deste pedestal de ilusões no qual você insiste me colocar sem me importar aonde posso cair. O que interessa é fugir.
Estou caminhando. Sempre para frente. Se você, minha criança, estagnou, não é problema meu. Não vou fazer companhia, compreende? Também não admito que me coloque como responsável da sua infelicidade. Até porque, alguém que assim como eu acredita que felicidade é uma utopia, consequentemente não pode se julgar infeliz, seria o outro lado de uma moeda que na prática não existe. Não caia em contradições por bobagens!
Os poetas acreditavam que de amor morreriam, assim como seus companheiros de 'profissão', mas nunca passou de tuberculose. Eis o amor que matava os poetas, tuberculose! Fique alegre, meu bem, não se morre mais disso, há tratamento. E de amor, nunca houve registro de alguém que tenha morrido por esta causa. Talvez amor pela pátria, por um ideal, ou uma descoberta. Apenas.
Acho bonito quem tenta, por uma segunda vez, conquistar uma pessoa querida que muito lhe acrescenta... mas quando esta, ainda se apresenta recuperável e não após deixar bem claro o que pensa a seu respeito e que não, que não o quer mais. Aí... olhe só, aí é pedir para ser tratado como um tapete.
Falta de amor-próprio é muito deprimente.
Serve apenas para provar que o que sente não é amor, mas uma doença.
Quem ama de verdade não se humilha. Não se coloca numa bandeja esperando ser aceito. Não tenta chamar a atenção com confissões adolescentes acreditando que ainda afeta o vírus responsável pelo que tem.
Quem ama de verdade, segue em frente, sozinho, até achar quem realmente o complete e torcendo pela felicidade de quem um dia tanto estimou.
Por isso, mais uma vez pergunto: O que esperas de mim?
sexta-feira, 16 de janeiro de 2009
Nada demais.
Prazer, meu nome é Mariana! Tenho 19 anos e alguns meses... quase duas décadas! Muitos consideram pouco tempo, mas acredite, é muito tempo! Mas muito mesmo ainda tenho para aprender. Não posso dizer que conquistei muitos amigos, porque não é verdade. Mas os que tenho... arrisco dizer que são os melhores. Dizem que isso é importante, as pessoas que você cativou (me recordo de um livro muuuuito interessante que li), o ‘atestado’ de que você passou por este mundinho. Não me importo com isso. Quero ser lembrada enquanto viva, depois viro pó, como tudo. Ainda sou lembrada. Mesmo de uma maneira torta, cativei pessoas, isso é bom. No fundo devo ser uma boa pessoa.
Apanhei de uma menina na pré-escola. No mesmo ano, beijei uma outra (Fui lésbica aos 5 anos?! Haha!). Conclui o ginásio e o ensino médio. Já trabalhei numa farmácia e numa escola. Já quis andar de skate, mas o máximo que consegui foi um joelho ralado. Já tentei, e por um tempo até achei, graça nos garotos de beleza padrão... mas vi que não tinha jeito... voltei a prestar atenção nos garotos diferentes... e inteligentes. Eles sim te tratam como uma garota de verdade, como uma mulher. Interessam-se em saber como foi o seu dia e qual a história do livro que você está lendo, e não em quanto você pesa ou se está bem arrumada, se o cabelo é comprido e a cintura é fina. Adoro musicais, Moulin Rouge me cativa do início ao fim. Não acredito em conto de fadas, e apesar da descrição há pouco feita, não procuro pela pessoa ideal. Acredito que há muito já a descartei. Talvez eu me arrependa. Mas não ligo... provavelmente não daria certo. Sem falar que passar o resto da vida com o primeiro namorado é quase impossível.
Estou na faculdade e neste ano cursarei o 3º ano de História. Ainda tenho grande dificuldade de falar em público, mesmo sendo este público os meus colegas de classe. Leio e debato mil vezes com um amigo, mas ainda travo quando percebo que todos me olham. Ainda tenho tempo para treinar.
Quase morro de saudades de estar reunida com minhas melhores amigas! Uma hora cada uma precisaria pegar um caminho, nós sabíamos... apenas não notamos como o tempo passava depressa. E passou. Teremos um fim de semana ou outro para nos encontrarmos... alguns telefonemas e a Internet... no mais... não volta.
Minha essência não mudou... Opinião? Já tive várias, que vagaram de um extremo ao outro, mas quer saber? Gosto disso. Gosto de saber que mudei de opinião e que me permito mudar quantas vezes achar necessário. É sinal que continuo evoluindo, absorvendo informações que possibilitem reforçar o que penso, ou, mudar, para melhor... o que eu julgo melhor.
Gosto de música... de Música. Também gosto do silêncio. Em muitos momentos, o silêncio é música, e de excelente qualidade. Gosto de ler, a melhor das viagens! Já estive em todos os lugares que minha imaginação permitiu! Poesia? Huuum... um caso de amor e ódio. Na segunda eu odeio, mas quando chega sexta... estou entregue!!
Meus hábitos não são muito saudáveis. Tenho insônia induzida por excesso de café. Exercícios físicos? Haha! Confesso que adoro caminhar, mas paro por aí.
Não gosto de elogios, Não gosto de pentear os cabelos, não gosto de amarelo e laranja, não gosto de sol nem de verão, praia só pela noite, não gosto de Coca-cola na mesma proporção que amo chocolate meio amargo/amargo! Sim, bem rabugenta. Não, ninguém me aguenta, por que acha que sempre estou sozinha?
Queria terminar o texto de uma maneira bem alegre, atrativa... mas... o texto é um desabafo... o meu desabafo. Eu ainda estou aqui, e enquanto estiver, o texto estará incompleto. Desculpe pelo texto inacabado...
Apanhei de uma menina na pré-escola. No mesmo ano, beijei uma outra (Fui lésbica aos 5 anos?! Haha!). Conclui o ginásio e o ensino médio. Já trabalhei numa farmácia e numa escola. Já quis andar de skate, mas o máximo que consegui foi um joelho ralado. Já tentei, e por um tempo até achei, graça nos garotos de beleza padrão... mas vi que não tinha jeito... voltei a prestar atenção nos garotos diferentes... e inteligentes. Eles sim te tratam como uma garota de verdade, como uma mulher. Interessam-se em saber como foi o seu dia e qual a história do livro que você está lendo, e não em quanto você pesa ou se está bem arrumada, se o cabelo é comprido e a cintura é fina. Adoro musicais, Moulin Rouge me cativa do início ao fim. Não acredito em conto de fadas, e apesar da descrição há pouco feita, não procuro pela pessoa ideal. Acredito que há muito já a descartei. Talvez eu me arrependa. Mas não ligo... provavelmente não daria certo. Sem falar que passar o resto da vida com o primeiro namorado é quase impossível.
Estou na faculdade e neste ano cursarei o 3º ano de História. Ainda tenho grande dificuldade de falar em público, mesmo sendo este público os meus colegas de classe. Leio e debato mil vezes com um amigo, mas ainda travo quando percebo que todos me olham. Ainda tenho tempo para treinar.
Quase morro de saudades de estar reunida com minhas melhores amigas! Uma hora cada uma precisaria pegar um caminho, nós sabíamos... apenas não notamos como o tempo passava depressa. E passou. Teremos um fim de semana ou outro para nos encontrarmos... alguns telefonemas e a Internet... no mais... não volta.
Minha essência não mudou... Opinião? Já tive várias, que vagaram de um extremo ao outro, mas quer saber? Gosto disso. Gosto de saber que mudei de opinião e que me permito mudar quantas vezes achar necessário. É sinal que continuo evoluindo, absorvendo informações que possibilitem reforçar o que penso, ou, mudar, para melhor... o que eu julgo melhor.
Gosto de música... de Música. Também gosto do silêncio. Em muitos momentos, o silêncio é música, e de excelente qualidade. Gosto de ler, a melhor das viagens! Já estive em todos os lugares que minha imaginação permitiu! Poesia? Huuum... um caso de amor e ódio. Na segunda eu odeio, mas quando chega sexta... estou entregue!!
Meus hábitos não são muito saudáveis. Tenho insônia induzida por excesso de café. Exercícios físicos? Haha! Confesso que adoro caminhar, mas paro por aí.
Não gosto de elogios, Não gosto de pentear os cabelos, não gosto de amarelo e laranja, não gosto de sol nem de verão, praia só pela noite, não gosto de Coca-cola na mesma proporção que amo chocolate meio amargo/amargo! Sim, bem rabugenta. Não, ninguém me aguenta, por que acha que sempre estou sozinha?
Queria terminar o texto de uma maneira bem alegre, atrativa... mas... o texto é um desabafo... o meu desabafo. Eu ainda estou aqui, e enquanto estiver, o texto estará incompleto. Desculpe pelo texto inacabado...
domingo, 4 de janeiro de 2009
Buscando uma segunda dose.
Estou rindo.
Gargalhadas mesmo. Sabe, daquelas difíceis de te arrancarem? Pois bem.
Ela procurava uma vítima, quando, olhou por um momento seu mais novo velho objetivo e sentiu-se como a vítima.
Após tanto tempo, ele ainda faz com que suas pernas fiquem fracas. Parecia extinto. Mas estava adormecido.
Acordou, com uma fúria brutal, de gosto diferente de tudo que ela já experimentou.
Ela olha, sem acreditar que um dia não o quis. Que um dia o dispensou.
O que pretende?
Mais um jogo imundo?
Ela não sabe.
Está confusa.
E negando, negando, negando...
Suas palavras agora perderam o valor.
Deseja o que teve, o que desperdiçou.
Não foi suficiente, mas só agora ela percebeu isso. Ela diz que dói.
Um doer desnecessário... opcional.
Mas quem disse que ela não quer sentir essa dor?
A dor não importa... dos males, é o menor.
O problema é que vai contra tudo que ela sempre acreditou. Assim, ela não se conforma.
Sente-se frágil. Sem ação. Isso, para ela, é inaceitável.
Não poderia ocorrer nem nos seus piores pesadelos.
Mas está acontecendo.
Ela fecha os olhos.
Conta até dez.
Depois, continua, e vai até vinte, para garantir.
Então, lembra que em breve isso estará bem longe de seus pensamentos.
Ela nem lembrará dessa agonia de agora.
É sempre assim.
Mas ele ainda está lá.
Ainda está lá.
Ainda está lá.
Não é perturbador?
E pela segunda vez ela morde a língua.
Mas dessa vez, foi pior.
Ele não está com ela, apenas, próximo, muito próximo.
Ela já o machucou e agora está pagando.
Pagando caro.
Não sabe quais são as suas armas.
Ele já provou do veneno, e, como todos que sobrevivem, agora ele está imune.
O que ela vai fazer?
Gargalhadas mesmo. Sabe, daquelas difíceis de te arrancarem? Pois bem.
Ela procurava uma vítima, quando, olhou por um momento seu mais novo velho objetivo e sentiu-se como a vítima.
Após tanto tempo, ele ainda faz com que suas pernas fiquem fracas. Parecia extinto. Mas estava adormecido.
Acordou, com uma fúria brutal, de gosto diferente de tudo que ela já experimentou.
Ela olha, sem acreditar que um dia não o quis. Que um dia o dispensou.
O que pretende?
Mais um jogo imundo?
Ela não sabe.
Está confusa.
E negando, negando, negando...
Suas palavras agora perderam o valor.
Deseja o que teve, o que desperdiçou.
Não foi suficiente, mas só agora ela percebeu isso. Ela diz que dói.
Um doer desnecessário... opcional.
Mas quem disse que ela não quer sentir essa dor?
A dor não importa... dos males, é o menor.
O problema é que vai contra tudo que ela sempre acreditou. Assim, ela não se conforma.
Sente-se frágil. Sem ação. Isso, para ela, é inaceitável.
Não poderia ocorrer nem nos seus piores pesadelos.
Mas está acontecendo.
Ela fecha os olhos.
Conta até dez.
Depois, continua, e vai até vinte, para garantir.
Então, lembra que em breve isso estará bem longe de seus pensamentos.
Ela nem lembrará dessa agonia de agora.
É sempre assim.
Mas ele ainda está lá.
Ainda está lá.
Ainda está lá.
Não é perturbador?
E pela segunda vez ela morde a língua.
Mas dessa vez, foi pior.
Ele não está com ela, apenas, próximo, muito próximo.
Ela já o machucou e agora está pagando.
Pagando caro.
Não sabe quais são as suas armas.
Ele já provou do veneno, e, como todos que sobrevivem, agora ele está imune.
O que ela vai fazer?
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